Exposição | Exposición

DEVIR MENOR, Arquiteturas e Práticas Espaciais Críticas na Ibero-América

16 Junho a 19 Agosto 2012 _ Sociedade Martins Sarmento, Guimarães

curadoria da exposição: Inês Moreira

A exposição apresenta projetos de coletivos e autores convidados, refletindo um modo de pesquisa em rede com um conjunto de consultores de diversos países da América Latina, Portugal e Espanha. O dispositivo de exposição do projeto DEVIR MENOR é parte do conceito curatorial e interliga-se com o espaço expositivo. O conjunto expositivo oferece três modos diversos de leitura do conceito: a exposição como página de livro (painéis standard); a exposição como espaço de pesquisa (com espaço de workshop e de leitura); a exposição como espaço de exibição para diversos suportes de imagem (a fotografia, o vídeo, o projeto editorial).

A exposição inaugural em Guimarães, ocupa os espaços das galerias temporárias num percurso contínuo que inclui 22 participantes e que avança por diversos núcleos: um conjunto de estratégias de ocupação e apropriação de espaços vazios (ex: Ângela Bonadies + Juan José Olavarría, Louise Marie Cardoso Ganz, Mónica de Miranda e Artéria Arquitectura), processos de criação e construção coletiva (ex: Todo por La Praxis, al Borde, Moov, Plano B, Rootstudio + Blaanc, ControlZ + La Matraka+ Straddle 3), pesquisas sobre o território e a literatura (ex: Iconoclasistas, Supersudaca, Mario Ballesteros, Paulo Tavares), as explorações visuais de espaços construídos (ex: José Luis Uribe, Tomás Garcia Puente, Cristobal Palma, Maria Luz Bravo), e ainda modos de habitar (ex: Urban Think Tank, La Panaderia, Borde Urbano, Husos).

O percurso explora diversos modos de visualidades espaciais partindo de um pedido base standard a cada autor: 3 elementos de formato DIN A0. As especificidades da arquitetura edificada de novo, o registo das ocupações no tempo, e outras práticas espaciais mais imateriais conduziram a uma grande diversidade de apresentações que desdobram numa multiplicidade de suportes e materiais audiovisuais. A exposição está concebida para poder itinerar com agilidade e economia para outros locais.

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DEVIR MENOR, Arquitecturas y Prácticas Espaciales Críticas en Iberoamérica

16 Junio a 19 Agosto 2012 _ Sociedade Martins Sarmento, Guimarães

curadoria de la exposición: Inês Moreira

La exposición presenta proyectos de un colectivo de autores e invitados, revelando un modo de investigación en red con un conjunto de consultores de diversos países de América Latina, Portugal y España. El dispositivo de la exposición del proyecto DEVIR MENOR es parte del concepto curatorial y se interconecta com el espacio expositivo. El conjunto expositivo ofrece tres modos diversos de lectura del concepto: la exposición como página de libro (paneles estándar); la exposición como espacio de investigación (con espacio de wokshop y de lectura); la exposición como espacio de exhibición para diversos soportes de imagen (fotografía, video, o proyecto editorial).

La exposición inaugural en Guimarães ocupa los espacios de las galerías temporales, en una ruta continua que incluye 22 participantes y que avanza
por los diversos núcleos: un conjunto de estrategias de ocupación y aprobación de los espacios vacios (ej. Ângela Bonadies + Juan José Olavarría, Louise Marie Cardoso Ganz, Mónica de Miranda e Artéria Arquitectura), procesos de creación y construcción colectiva (ex: Todo por La Praxis, al Borde, Moov, Plano B, Rootstudio + Blaanc, ControlZ + La Matraka+ Straddle 3), investigaciones sobre el territorio y la literatura (ex: Iconoclasistas, Supersudaca, Mario Ballesteros, Paulo Tavares), la exploración visual de espacios construidos (Ej. José Luis Uribe + Cristobal Palma), y modos de habitar (ex: Urban Think Tank, La Panaderia, Borde Urbano, Husos).

El recorrido explora diversos modos de visualizar el espacio partiendo de una base estándar que se le requerirá a cada autor: 3 elementos de formato DIN A0. Las especificidades de la arquitectura edificada de nuevo, el registro de las ocupaciones en el tiempo, y otras prácticas espaciales más inmateriales conducirán a una gran diversidad de presentaciones que se dividen en una multiplicidad de soportes y materiales audiovisuales. La exposición está concebida con carácter itinerante, de modo a poder ser transferida ágil y económicamente para otros locales.

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